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Endometriose afeta uma em cada 10 mulheres no Brasil

De acordo com dados da Associação Brasileira de Endometriose, uma em cada 10 mulheres no Brasil sofrem com a doença e 57% destas pacientes têm dor crônica. Ainda segundo a entidade, mais de 30% dos casos causam infertilidade. O diagnóstico precoce contribui para a definição do melhor tratamento e garante mais qualidade vida. [ARB1] 

A endometriose ocorre quando as células do endométrio, mucosa que reveste a parede interna do útero, se deslocam para os ovários ou cavidade abdominal e se multiplicam, causando sangramento além do normal. Os principais sintomas são: cólicas, dor pélvica crônica, dor durante a relação sexual, infertilidade e alteração nos tratos intestinal e urinário. [ARB2] 

"Dor durante a relação sexual, desconforto e/ou sangramentos intestinais e urinários durante a menstruação, cólicas menstruais constantes e progressivas, além da dificuldade de engravidar, são indícios que devem ser investigados por um médico", reforça Dra. AlineVales Whately, coordenadora da Ginecologia do Hospital da Mulher Mariska Ribeiro, gerenciado pelo CEJAM -- Centro de Estudos e Pesquisas "Dr. João Amorim" em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro.

De maneira geral, pode-se dizer que a doença se manifesta de três maneiras diferentes: superficial, ovariana ou profunda. "Esta classificação diz respeito à complexidade de acometimento de tecidos e sintomas associados à doença, sendo a última a mais grave", explica.

Segundo a médica, a endometriose superficial acontece quando as lesões são iniciais e se restringem ao útero e seus ligamentos. Nesta fase, as lesões são pouco sintomáticas e, geralmente, são controladas com tratamento conservador, isto é, por meio do bloqueio hormonal.

A ovariana aparece como cistos na região dos ovários, que podem ser uni ou bilaterais e variar de tamanho e grau de sintomatologia. O tratamento pode ser conservador ou até cirúrgico, dependendo da apresentação da lesão.

A endometriose profunda, por sua vez, é diagnosticada quando as lesões são mais complexas e acometem múltiplos tecidos e órgãos, por contiguidade ou à distância, podendo afetar, conjuntamente, bexiga, vagina, apêndice, intestino e, até mesmo, os pulmões.

Diagnóstico e Tratamento

Para identificar esta doença inflamatória, o primeiro passo é realizar o exame clínico. Exames laboratoriais e de imagem são muito importantes para confirmar o diagnóstico. "O ultrassom transvaginal e a ressonância magnética permitem visualizar, com mais clareza, as alterações para que o especialista possa avaliar a localização e o estágio da doença", explica Melissa Kuriki, diretora da área médica da Fujifilm.

A endometriose não tem cura definitiva, mas o tratamento medicamentoso, por meio de analgésicos e anti-inflamatórios, ou cirurgia pode reduzir os sintomas da doença. Há casos em que é indicado o bloqueio hormonal.

Sobre o CEJAM

O CEJAM - Centro de Estudos e Pesquisas "Dr. João Amorim" é uma entidade filantrópica e sem fins lucrativos. Fundada em 1991, a Instituição atua em parceria com prefeituras locais, nas regiões onde atua, ou com o Governo do Estado, no gerenciamento de serviços e programas de saúde nos municípios de São Paulo, Rio de Janeiro, Mogi das Cruzes, Itu, Osasco, Campinas, Carapicuíba, Franco da Rocha, Guarulhos, Santos, São Roque, Francisco Morato, Ferraz de Vasconcelos, Peruíbe e Itapevi.

Com a missão de ser instrumento transformador da vida das pessoas por meio de ações de promoção, prevenção e assistência à saúde, o CEJAM é considerado uma Instituição de excelência no apoio ao Sistema Único de Saúde (SUS). O seu nome é uma homenagem ao Dr. João Amorim, médico obstetra e um dos fundadores da Instituição.

 [ARB1]O diagnóstico precoce...

 [ARB2]Ajustar o começo do parágrafo, ficou um pouco solto, poderíamos começar dizendo o que é a endometriose,

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