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Colelitíase ou cálculos biliares: conheça os sinais, sintomas e soluções para o desconforto que causam as pedras na vesícula

A colelitíase é caracterizada pela presença de cálculos biliares no interior da vesícula biliar. Essas "pedras" são formadas a partir da cristalização de fluidos digestivos, como colesterol e bilirrubina. Em seu tamanho médio de 7 a 10 centímetros, a vesícula biliar cumpre um papel fundamental no armazenamento da bile produzida pelo fígado.

Entretanto, quando esses cálculos desequilibram a vesícula, problemas podem surgir.

Os sintomas mais comuns incluem dores abdominais intensas, ou abaixo das costelas do lado direito. Dor nas costas e/ou no ombro direito. Essas dores podem ser repentinas. Além de náuseas, vômitos, sensação de barriga cheia, diarreia e perda de apetite. Não deixe que a colelitíase se torne um obstáculo para uma vida saudável!

O Dr. Ernesto Alarcon, Médico cirurgião, especialista em videolaparoscopia, afirma que o estilo de vida sedentário, assim como uma alimentação gordurosa, obesidade e diabetes estão diretamente relacionados ao desenvolvimento da colelitíase.

Outros fatores, como certos medicamentos e até mesmo a cirrose, também podem contribuir para o surgimento dos cálculos biliares – completa o especialista. É importante que essas informações sejam divulgadas a fim de aumentar a conscientização sobre essa condição altamente prevalente.

A confirmação diagnóstica é essencial para uma intervenção adequada e precisa.

Normalmente, o ultrassom é utilizado para confirmar as suspeitas clínicas. Em casos de inflamação aguda, exames complementares, como exames laboratoriais, ultrassonografia, ressonância magnética e tomografia computadorizada, podem ser necessários para uma avaliação mais detalhada e um tratamento mais assertivo.

Quando os sintomas se manifestam, o tratamento cirúrgico se faz necessário. A colecistectomia, cirurgia para remoção da vesícula biliar, é a solução definitiva.  

Dr. Ernesto Alarcon, emprega técnicas avançadas, como a videolaparoscopia, robótica ou aberta, para garantir a rápida recuperação dos pacientes.

A colecistectomia aberta, realizada por meio de uma incisão de aproximadamente 10 a 30 cm, demanda um período de internação de até 3 dias e uma recuperação de cerca de 30 a 60 dias.

Já a colecistectomia feita por videolaparoscopia é uma opção menos invasiva, que proporciona menor desconforto pós-operatório, resultados estéticos superiores e uma recuperação acelerada – sem comprometer a segurança e eficácia do procedimento.

No pós-operatório, é crucial que os pacientes tomem os devidos cuidados para evitar inflamações e infecções, ou seja, manter uma boa higiene com o local operado, manter restrições quanto a pegar peso e ter uma dieta adequada para uma recuperação tranquila, diz o Dr. Ernesto Alarcon.

 

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